A ozonioterapia dói?
A maioria das aplicações é bem tolerada. Pode haver desconforto momentâneo no local, semelhante ao de uma aplicação comum. Tudo é explicado na avaliação, antes de começar.
Quantas sessões eu preciso fazer?
Depende do caso e da resposta de cada pessoa. A maioria dos protocolos prevê dez ou mais sessões, de uma a três vezes por semana. O número é definido na avaliação e revisto ao longo do ciclo.
Vocês atendem por plano de saúde?
Não. O atendimento é particular. Sessões a partir de R$ 159,90; o plano completo é definido depois da avaliação.
Moro em outra cidade. Vale a pena?
Depende da distância. Como o tratamento pede dez ou mais visitas, ele funciona bem para quem mora em Balneário Camboriú e cidades vizinhas — Camboriú, Itapema, Itajaí, Penha, Porto Belo e Tijucas. De regiões mais distantes, a distância costuma interromper o tratamento antes do resultado.
Funciona para fibromialgia?
Dor crônica e fibromialgia são as principais indicações do Instituto Ohzon. O protocolo combina aplicação sistêmica e aplicação local nos pontos de dor, com o objetivo de reduzir a inflamação e a dependência de medicação. A resposta é individual e é acompanhada sessão a sessão.
Quem não pode fazer?
Existem contraindicações — entre elas gestação no primeiro trimestre, deficiência de G6PD (favismo), hipertireoidismo descompensado e distúrbios graves de coagulação. Por isso a avaliação vem antes de qualquer aplicação.
Substitui o meu médico ou os meus remédios?
Não. A ozonioterapia é uma prática complementar e integrativa. Ela se soma ao seu acompanhamento médico e nunca deve substituir diagnóstico, exames ou prescrição.
Como é o primeiro contato?
Você manda uma mensagem no WhatsApp dizendo a sua cidade e a sua principal queixa. A equipe responde em horário comercial, explica o tratamento e, se fizer sentido para o seu caso, agenda a avaliação presencial.